Domingo, Janeiro 16, 2011

flashes de janeiro

Allyson, meu companheiro de viagem e amigo viajeiro de muitos anos, não caiu na tentação de olhar pra foto. Esse é meu motorista alto padrão! nosso plano era seguir até Dunas de Itaúnas, mas aí nós chegamos a Vila Velha, reencontramos as pessoas, a Ponta da Fruta, Juliana nos recebeu, e... acabamos ficando por lá. 
A gente esteve na praia de Bacutia, uma das que acho as mais bonitas da região. Essa praia, salvo engano, é parte da Enseada Azul, Nova Guarapari.



Companheiros de viagem.
A foto com o bombom é um clássico de quem vai a Garoto. A competição com as crianças para poder tirar a própria foto é feroz.

Encontrei Danilo e afinamos os projetos para 2011. Aquela velha conversa sobre a vida... e blá, blá, blá. Teve café, queijo, almoço e Brahma. Porque daquela porta pra dentro é um reduto de Minas Gerais em terras capixabas. E tiramos a seguinte conclusão: falar sobre a vida é remexer em baú de fundo fundo.

Esse foi um dos meus tons da viagem. Uma saudaaaaaade de quem ficou! E, chegando... uma saudaaaaaade da maresia... 

Reencontramos Cíntia... no dia da moqueca da despedida, num lugar ótimo em Vila Velha. 

E o casal dos velhos tempos se reencontrou também.



Tentei tirar umas fotos (e o carro em movimento) dos morros capixabas, antes da divisa com Minas Gerais.

Até que a gente achou esse lugar, que mais parecia Minas Gerais, com café e tudo. Mas ainda estávamos no Espírito Santo. O café de lá é uma delícia. 

Allyson aproveitou para meditar...

 
E eu viajei mais um pouco.

2 comentários:

Danilo Barcelos Corrêa disse...

E foi bom te receber aqui, Lôra! Espero que da próxima vez que vieres, a casa esteja mais arrumada, a comida pronta em tempo e que mais coisas da vida a gente fale! Agora, das coisas do porvir, sem tantos ais dos antes!

E já que c sabe que aqui em casa é Minas, venha qdo quiser! Falhar com visita é defeitênça!

Bjão.

parabólica disse...

que nada. foi tudo ótimo.

e o fato de aí ser minas acho que tem a ver com aquilo sobre que conversávamos: a mania de procurar a gente em tudo o que a gente vê.